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Ceará chora por uma mãe assassinada por traficantes — e a mídia finge que não viu


Uma tragédia devastou o Ceará. Uma mulher foi assassinada por faccionados após se recusar a envenenar policiais, e agora, sua filha pequena ficou órfã, entregue à dor e à incerteza.

O caso viralizou nas redes após o apelo da Direita UFPB, em colaboração com @dizlucaslima e o senador Eduardo Girão (NOVO-CE), que se sensibilizou e compartilhou o vídeo pedindo atenção das autoridades.


Mas o silêncio da grande mídia é ensurdecedor.
Enquanto programas de TV e colunistas gastam tempo defendendo “reintegração social” de criminosos, a vida de uma criança destruída pelo tráfico é ignorada, como se não fosse notícia.

A publicação gerou centenas de comentários indignados:
gente cobrando providência do Estado, pedindo compaixão, e exigindo que figuras públicas como Luciano Huck, sempre tão rápidos em falar de “direitos humanos”, apareçam agora — quando os direitos humanos da vítima estão sendo pisoteados.

“Deem orgulho ao povo do Ceará”, escreveu um seguidor.
“Revoltante ver que esse caso não teve grande apelo da mídia”, comentou outro.

A verdade é dura: no Brasil, os bandidos viraram vítimas e as vítimas são esquecidas.
A mulher assassinada mostrou coragem e dignidade — preferiu morrer a trair sua consciência. E a sua filha, agora órfã, representa milhares de brasileiros abandonados por um Estado que só aparece em época de eleição.

Enquanto isso, o Senador Eduardo Girão, junto de André Fernandes e Carmelo Neto, são cobrados pelo povo para que ajam — não apenas com discursos, mas com ações concretas que garantam proteção, acolhimento e justiça.

O caso dessa mãe é o retrato mais cruel da inversão de valores que domina o país.
E é por isso que a Direita UFPB segue firme em uma pauta clara: defender a vida, a verdade e o cidadão de bem — aquele que sofre em silêncio, sem holofotes nem apadrinhamento político.


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