Sem vice, Lucas Ribeiro (PP) hoje vai sofrer com perguntas sobre a gestão de Cícero Lucena (MDB) e questionamentos sobre organização vindos de Efraim Filho (PL).
A falta de liderança e o despreparo de Lucas Ribeiro, além da falta de previsibilidade e governança política, demonstram que ele não está preparado para ser governador, muito menos para ser “pau mandado” de Aguinaldo Ribeiro (PP), seu tio e principal líder político do sistema atual da política paraibana.
Enquanto Efraim Filho (PL) escolhe Nayana Pontes (PL), uma bolsonarista de Campina Grande, como seu nome para vice-governadora, garantindo o apoio da Direita Raiz, ligada ao deputado Cabo Gilberto (PL), marido de Nayana Pontes, e colocando sua esposa, Carol Moraes (PL), em posição de destaque ao lado de Marcelo Queiroga (PL), como suplente ao Senado, fazendo todas as articulações necessárias para conquistar os bolsonaristas da Paraíba e demonstrar lealdade e compromisso com a Direita, ele segue por um caminho contrário ao de seus adversários, que acenam para a esquerda.
A exemplo de Cícero Lucena (MDB), que colocou Veneziano Vital (MDB) como cabeça de sua campanha, mas que traz Diogo Cunha Lima (PSD) e garante o grupo do centrão da família Cunha Lima caminhando ao seu lado.
Lucas está frito nos próximos debates, pois, se não consegue responder às perguntas de repórteres aliados ao Governo do Estado, que dirá às perguntas vindas de adversários políticos, que visam colocá-lo em uma saia justa e deixá-lo nu perante a população, expondo seu total despreparo para continuar governando a Paraíba.
Não seria surpresa se Lucas Ribeiro fugisse dos debates e corresse dos embates com Efraim Filho e Cícero Lucena em público, caso não quisesse ser visto como um incapaz de governar diante do público paraibano, que assiste atentamente a todos os debates que podem decidir as eleições na Paraíba.
Mas a situação pode ser ainda pior caso não participe, pois quem defenderá seu mandato caso Efraim e Cícero exponham as incapacidades de sua gestão?
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