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DOCUMENTO OFICIAL REVELA: LUCAS LIMA SOFREU TENTATIVA DE ENFORCAMENTO, AGRESSÕES E FOI VÍTIMA DE FALSA ACUSAÇÃO NA UFPB


O Termo de Declarações registrado às 21h28 de 04 de dezembro de 2025, na Delegacia de Polícia Civil da Paraíba, confirma oficialmente o que já havia sido denunciado por testemunhas: Lucas da Costa Lima, estudante de Gestão Pública e liderança da Direita UFPB, foi alvo de agressões físicas, hostilidade organizada e tentativas de criminalização dentro do campus.

O documento, assinado pela Delegada Joana Dare Aires Sampaio Nunes e pelo escrivão Danilo da Rocha Costa, detalha uma sequência grave de atos violentos cometidos por estudantes e militantes dentro do CCTA — Centro de Comunicação, Turismo e Artes.


O INÍCIO DO CONFLITO: RETIRADA DE MATERIAIS IRREGULARES

Segundo o relato oficial, por volta das 16h30, Lucas estava retirando papéis colados irregularmente nas paredes dos centros acadêmicos, o que gerou a reação de um grupo que tentava impedir a retirada dos materiais relativos às eleições do DCE.

Lucas informou no termo que as paredes estavam tomadas de cartazes, e que a retirada se deu pelo simples fato de aquele era um espaço público, e qualquer estudante poderia remover.


TENTATIVA DE ENFORCAMENTO: NOME DOS ENVOLVIDOS APARECE NO TERMO

Durante a confusão, segundo o documento:

  • Um indivíduo identificado como CARLOS ANDRÉ NASCIMENTO TEIXEIRA, usando camisa branca com a palavra “PEDAGOGIA”, tentou enforcar Lucas Lima durante o tumulto.

O agressor só não conseguiu completar a ação porque Lucas conseguiu se esquivar.


NOVA AGRESSÃO: OUTRO ESTUDANTE TENTA PUXAR LUCAS PELO BRAÇO

Ainda de acordo com o depoimento, outro indivíduo, não identificado, usando camisa marrom, cerca de 1,70 m e cabelos curtos, tentou puxar Lucas pelo braço, o que poderia ter provocado lesão mais grave.

Lucas novamente conseguiu se desvencilhar.


A ACUSAÇÃO FALSA: O TERMO DESMONTA A NARRATIVA

O documento registra que, após o tumulto, o estudante JOSÉ DIOGENES DOS ANJOS JÚNIOR, usando uma bandana, passou a xingar Lucas Lima repetidamente.

Um outro indivíduo não identificado chamou Lucas de “viado”, momento em que Lucas reagiu apenas dizendo:

“EU NÃO SOU VIADO.”

O depoimento deixa claro que não houve ofensa a terceiros, apenas uma negativa a uma provocação.

Mesmo assim, militantes iniciaram imediatamente o coro de que Lucas seria “homofóbico”, construindo uma narrativa para tentar incriminá-lo — narrativa esta sem qualquer base nos fatos, como demonstra o termo.


A MULTIDÃO SE ORGANIZA E O CENÁRIO DE VIOLÊNCIA AUMENTA

O documento também aponta que as agressões ocorreram na presença de grande número de pessoas, e que os ânimos foram insuflados pela militância presente.

Com o avanço das hostilidades, Lucas informou às autoridades que só sairia do local com a presença da Polícia Militar, o que de fato ocorreu, e a PM compareceu ao campus para garantir sua segurança e integridade física.


DOCUMENTO CONFIRMA: LUCAS FOI A VÍTIMA

A partir da leitura do termo, fica evidente:

  • Lucas não iniciou agressões.
  • Lucas foi agredido fisicamente.
  • Lucas sofreu tentativa de enforcamento.
  • Lucas foi alvo de provocações, xingamentos e ameaça.
  • Lucas foi falsamente acusado de homofobia.
  • Lucas buscou proteção policial.
  • Lucas colaborou integralmente com a Polícia Civil.

Em nenhum momento o documento apresenta qualquer fala homofóbica, transfóbica ou discriminatória atribuída ao declarante — apenas a negação a uma ofensa recebida.


O QUE O TERMO EXPÕE SOBRE A REALIDADE DA UFPB

O episódio, documentado pela própria Polícia Civil, mostra o grau de radicalização, violência e intimidação política que tomou conta de parte dos centros acadêmicos da UFPB.

Mais do que uma divergência estudantil, o documento revela:

  • uma tentativa clara de linchamento político,
  • manipulação de narrativas,
  • uso da máquina estudantil para hostilizar opositores,
  • falsa imputação de crimes,
  • e um ambiente de insegurança que deveria preocupar toda a comunidade universitária.


CONCLUSÃO

O Termo de Declarações oficial desmonta as versões distorcidas propagadas por militantes e demonstra que Lucas Lima foi vítima — não agressor — em todos os aspectos do caso.

A Direita UFPB reforça que continuará confiando no trabalho da Polícia Civil e da Justiça para que os responsáveis pelas agressões e difamações sejam identificados e responsabilizados.

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