Homens e mulheres irão para a cadeia, sem direito à fiança, acusados de algo que será equiparado ao racismo, apenas por discordarem de determinada ideia, onde essa discordância poderá ser interpretada como misoginia estrutural. Com um Judiciário que já não julga de maneira objetiva, mas de forma subjetiva e parcial, pessoas inocentes poderão ser levadas para a cadeia, afastando ainda mais as pessoas da sinceridade, da verdade e até mesmo da fé.
Já imaginou um pastor ou um padre sendo levado de dentro da igreja por dizer que a mulher que não honra seu esposo está levando sua casa ao abismo? E essa palavra pode ser interpretada como misoginia por qualquer mulher e, com isso, fazer com que aquilo que já está escrito na Bíblia há mais de dois séculos seja criminalizado legalmente, levando à cadeia quem prega a fé em que muitos acreditam.
Se você não está entendendo do que estamos falando, então precisa acompanhar urgentemente Breno Faria, do canal Café Com Teu Pai, que, de forma inteligente, está desmascarando esse projeto de lei, bem como seus defensores.
Veja a fala de Breno Faria em um vídeo recente que ele publicou:
“Tábata Amaral é a cara da ‘PL da Misoginia’.
A Tábata Amaral foi selecionada para ser o rosto da chamada ‘PL da Misoginia’. E essa foi uma estratégia inteligente da esquerda para fazer você acreditar que esse projeto de lei é bom. Só que não é bem assim.
Preste atenção.
A Tábata se diz feminista e defende pautas feministas, mas ela não carrega aquela aparência estereotipada da feminista. Ela não se vende como uma sindicalista insuportável, não tem cabelo colorido e não invade a terra de ninguém. Ela não parece revolucionária, não é toda tatuada e passa a imagem de uma menininha boazinha de família. Ela fala manso, transmitindo uma aparência moderada ao seu discurso.
O que a esquerda está tentando fazer é pegar uma pauta radical e embrulhá-la em uma aparência bonitinha. É exatamente por isso que ela está ali. Por isso que Tábata lidera o projeto de lei da censura, chamado de ‘PL da Misoginia’. Para você engolir a censura, ela precisa parecer que não é censura.
Agora, preste atenção no que essa lei faz exatamente.
A misoginia passa a ser crime, no mesmo nível que o racismo, ou seja, inafiançável, com pena de dois a cinco anos.
É ótimo combater a violência contra a mulher. Todo mundo concorda com isso. Mas o texto é muito vago e ambíguo e, obviamente, será utilizado apenas para punir quem discorda da esquerda, inclusive outras mulheres.
O que está em jogo aqui não é a violência contra a mulher, até porque toda forma de violência já é crime no Brasil. Já existe tipificação legal clara para diversas formas de violência. Não é preciso criar uma nova lei para isso.
Esse projeto não é sobre violência. É sobre narrativa.
E aqui vai o pulo do gato: esse projeto prevê uma pena agravada para quem tem alcance público, ou seja, influenciadores e criadores de conteúdo que ousarem discordar deles.
Uma das penas é a suspensão do perfil nas redes sociais.
Repito: isso não tem nada a ver com proteger a mulher da agressão, porque isso já é crime. Tem a ver com calar quem pensa diferente.
Você tem noção do poder de controle que esse projeto de lei dá para eles?
E, para que você não desconfie, a esquerda coloca Tábata na linha de frente.
Mas, se depender do meu alcance, todo mundo vai saber disso.”
Agora, veja comigo quais são os políticos do seu estado que estão acordando a população para esse assunto.
0 Comentários