Segundo Lucas, a administração divulgou tardiamente que o valor da pecúnia seria calculado com base no uso do Restaurante Universitário entre 03 de novembro e 02 de dezembro, período que já havia se encerrado quando os estudantes foram informados. A medida, segundo ele, “feriu frontalmente os princípios da publicidade e da transparência pública”.
Diversos residentes relatam que, por não terem sido avisados com antecedência, não utilizaram o RU diariamente, seja por razões acadêmicas, filas intensas, incompatibilidade de horários ou compromissos institucionais — e agora estão recebendo valores muito abaixo do que necessitam para se alimentar durante o recesso.
“O que aconteceu foi um erro grave da PRAPE, que prejudicou a segurança alimentar de estudantes que dependem exclusivamente do restaurante universitário. Não é apenas sobre um valor: é sobre responsabilidade administrativa e respeito ao estudante”, afirmou Lucas Lima ao Blog Povo da Paraíba.
Com a revelação de documentos e listas que mostram a discrepância nos valores recebidos, o movimento reacendeu com força. Lucas — que é reconhecido por sua atuação política e articulação firme — voltou a liderar a mobilização, agora com foco em dois objetivos centrais:
A insatisfação dos estudantes cresce à medida que novas informações se tornam públicas. Muitos alegam que jamais teriam se ausentado do RU caso soubessem que isso influenciaria diretamente o cálculo da bolsa.
Lucas Lima reforçou que permanecerá no protesto “até que cada estudante tenha seu direito garantido e que o erro da administração seja corrigido”.
O movimento promete se intensificar nos próximos dias, com estudantes planejando novas ações, pedidos de revisão individual dos cálculos e pressão por uma resposta formal da Reitoria.
O Blog Povo da Paraíba continuará acompanhando os desdobramentos.
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