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Anderson Novais: mais um caso explícito de perseguição política na Paraíba

 

O que vem ocorrendo contra Anderson Novais, líder do grupo Direita Mover, já ultrapassou qualquer limite razoável do debate público e se consolida, de forma inequívoca, como perseguição política. Incapaz de reagir publicamente por força de decisão judicial, Anderson tornou-se alvo preferencial de um consórcio midiático alinhado à esquerda paraibana e abertamente hostil ao deputado federal Cabo Gilberto Silva e a todos que orbitam o campo da direita no estado.

Blogs como Sem Arrudeio (Ricardo Pina), Blog do Papaleguas (Caíke Maia) e Blog do Silva (Anderson Silva), integrantes da bancada do programa Nem 8 Nem 80, da Rádio Mangabeira FM, passaram a promover ataques coordenados, seletivos e descontextualizados contra Anderson Novais. Não se trata de jornalismo, mas de linchamento político e moral.

Um alvo escolhido a dedo

A escolha de Anderson Novais como alvo não é aleatória. Ele representa uma liderança ativa da direita paraibana, com histórico de mobilização política e enfrentamento ao establishment local. Hoje, justamente por estar legalmente impedido de usar redes sociais, tornou-se um alvo “conveniente”: alguém que não pode responder, esclarecer ou se defender.

Essa condição, imposta por decisão do Supremo Tribunal Federal, vem sendo explorada de forma covarde por seus detratores. Atacar quem está silenciado não é coragem — é oportunismo político.

Cumprimento da lei transformado em ataque

Anderson Novais cumpre, de forma rigorosa, penas restritivas de direitos determinadas pelo STF, em decisão transitada em julgado e relatada pelo ministro Alexandre de Moraes. Entre essas medidas está a prestação de serviços comunitários, executada em órgão público próximo à sua residência, no bairro do Bessa, em João Pessoa, conforme determina a legislação penal e a Vara de Execuções.

Ainda assim, o simples ato de cumprir uma decisão judicial foi transformado em motivo de escárnio. Uma fotografia, registrada de maneira sorrateira enquanto Anderson realizava seu serviço obrigatório, foi disseminada em grupos de WhatsApp e explorada por blogs ligados ao chamado gabinete do ódio montado contra Cabo Gilberto Silva e seus aliados históricos.

Perseguição política escancarada

Não há denúncia de irregularidade. Não há descumprimento da decisão judicial. Não há privilégio. O que existe é uma narrativa construída para desmoralizar politicamente um militante da direita, apresentando como “escândalo” aquilo que nada mais é do que o cumprimento da lei.

Esse tipo de conduta revela um padrão preocupante: quando o alvo é da direita, até obedecer à Justiça vira crime moral aos olhos da militância progressista e de seus braços midiáticos.

Estado Democrático de Direito só para alguns?

Os mesmos que se dizem defensores da democracia e do Estado de Direito são os primeiros a atacar alguém justamente por respeitar uma sentença judicial. A contradição é evidente. O caso de Anderson Novais expõe como o discurso democrático é seletivo e instrumentalizado conforme a conveniência política.

O Blog Povo da Paraíba reafirma que Anderson Novais é, hoje, um perseguido político, alvo de ataques sistemáticos por sua posição ideológica e por sua ligação com a direita paraibana. O que se tenta destruir não é apenas sua imagem pessoal, mas qualquer forma de organização conservadora que não se submeta ao pensamento dominante.

A história mostra que a perseguição política começa assim: pelo constrangimento público, pelo escárnio, pela tentativa de desumanização. A Paraíba precisa estar atenta a quem realmente ameaça a liberdade de expressão e o pluralismo político.

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